
Ombro
Dor ao levantar o braço, perda de força e aquela dor que não deixa dormir de lado. Tendinites, bursite e lesões do manguito rotador.
Investigar de onde a dor vem e tratar com o que a ortopedia tem de mais atual e moderno.
O Dr. Brunno Jacomeli cuida da dor no ombro, na coluna, no quadril, no joelho, no pé e na mão. Com mais de 15 anos de atuação na ortopedia e formação em cirurgia do joelho e em medicina regenerativa, trabalha com infiltração guiada por ultrassom, PRP, BMA, ácido hialurônico, ondas de choque e ozônio, sempre dentro de um plano pensado para cada pessoa.
E, quando há indicação precisa, o Dr. Brunno é um cirurgião de joelho experiente, com mais de 4 mil cirurgias realizadas, ajudando os pacientes a recuperar mobilidade e qualidade de vida.

Ortopedista e traumatologista, com pós-graduação em medicina regenerativa e fellowship em cirurgia do joelho.
Une experiência, atualização constante e olhar individualizado. Dedica tempo para ouvir e entender não só a dor, mas o quanto ela interfere na vida de cada paciente: no trabalho, no sono, no que a pessoa gosta de fazer.
Explica com clareza todas as possibilidades, do tratamento conservador e da medicina regenerativa até a cirurgia, quando ela é realmente necessária. O objetivo é que cada paciente saia da consulta se sentindo cuidado, seguro e confiante no caminho escolhido.
A ortopedia cuida do aparelho locomotor inteiro: osso, articulação, ligamento, tendão e músculo. E muitas dores conversam entre si. O quadril pode doer no joelho, a coluna pode doer na perna. Por isso a consulta olha o conjunto, e não só o ponto que dói.

Dor ao levantar o braço, perda de força e aquela dor que não deixa dormir de lado. Tendinites, bursite e lesões do manguito rotador.

Dor lombar ou no pescoço que vai e volta, travamento ao se abaixar, dor que desce para a perna. Diagnóstico e plano de tratamento conservador.

Dor na virilha ao levantar da cadeira, dificuldade para calçar a meia, um mancar que não passa. Desgaste, impacto femoroacetabular e bursite.

Trava ao levantar, dói para descer escada, dá a sensação de que vai falhar. Artrose, menisco, ligamento e condromalácia.

Entorse que nunca firmou, inchaço no fim do dia, dor ao pisar em piso irregular. Lesões ligamentares, tendinites e fascite plantar.

Dor ao segurar ou girar, perda de força, rigidez que não solta. Tendinites, epicondilite e síndromes de sobrecarga.

Corrida, futebol, academia, beach tennis. Lesões de ligamento, tendão e músculo, com um caminho seguro de volta ao treino.
“Já fiz de tudo e ninguém acha o que eu tenho.”
Meses de fisioterapia, anti-inflamatório e exames que não explicaram nada. A investigação começa pela causa, não pelo remédio.
Entender a dor que não passa
Nenhum desses recursos está errado. O que costuma faltar é a pergunta que vem antes deles: por que isso aconteceu comigo? É por essa pergunta que a consulta começa.
Cada estrutura dói de um jeito e em um momento diferente do movimento. “Desgaste” e “tendinite” descrevem o que você sente, mas nem sempre explicam por quê. O primeiro passo é dar nome ao que está acontecendo.
Meu joelho trava quando eu levanto.
Travar não é da idade: é sinal. No joelho costuma envolver menisco ou cartilagem; no ombro, os tendões.
Dói na virilha quando eu levanto da cadeira.
Dor na virilha costuma vir de dentro do quadril e, em algumas pessoas, aparece no joelho.
Não durmo de lado por causa da dor.
Dor que tira o sono tem peso diferente da dor que só aparece no esforço, e merece ser investigada.
Já ando mancando faz um ano.
Quando a dor muda o jeito de andar ou de dormir, o corpo cria adaptações em volta dela. Quanto antes se entende, melhor.
E a ressonância? É uma ferramenta excelente, mas não foi feita para decidir sozinha. Existe exame cheio de achados em quem não sente nada, e exame quase limpo com dor real. História, exame físico e exames complementares: é o conjunto que fecha o diagnóstico.
Com pós-graduação em medicina regenerativa e participação nas academias brasileira e americana da área, o Dr. Brunno trabalha com recursos que tratam a articulação e o tendão com precisão, vários deles preparados a partir do próprio corpo do paciente, sempre dentro de um plano pensado para cada pessoa.

A imagem acompanha a agulha em tempo real, para que o medicamento chegue exatamente à estrutura que precisa ser tratada, no ombro, no quadril, no joelho ou no tendão.

O PRP é o plasma rico em plaquetas, preparado a partir do sangue do próprio paciente. O BMA é o aspirado de medula óssea, colhido geralmente na bacia, um material mais rico em células e com potencial analgésico. Os dois vêm do próprio corpo.

A viscossuplementação aplica dentro da articulação um componente natural da cartilagem e do líquido articular, com ação na dor e no ambiente inflamatório da articulação.

Estímulo mecânico aplicado por fora, sem agulha, usado principalmente em problemas de tendão e na fascite plantar.
Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, desde 2025, como tratamento complementar na artrose do joelho, com aplicação dentro da articulação, e na dor lombar causada por hérnia de disco. Entra somando a um plano, junto com o fortalecimento, e a indicação sai da consulta.
“Medicina regenerativa não é milagre, não serve para todo caso e a resposta varia. É uma opção dentro de um plano, nunca um atalho que dispensa consulta.”
Dr. Brunno Jacomeli
A mesma semente, em solo preparado ou em terra seca, dá resultados diferentes. No corpo funciona parecido: vitaminas, controle da glicose, tabagismo, sono, massa muscular, peso, inflamação e os remédios que a pessoa já usa formam o ambiente onde o tratamento vai acontecer. Nada disso aparece na ressonância, e tudo isso participa da resposta. Por isso, antes de aplicar qualquer coisa dentro de uma articulação, o Dr. Brunno olha o corpo inteiro.
“Tratar a articulação ignorando o resto do corpo é plantar em terra seca.”
Nenhum desses recursos serve para todos os casos. A indicação depende da consulta, e a resposta varia de pessoa para pessoa.
Com fellowship em cirurgia do joelho e mais de 4 mil cirurgias realizadas, o Dr. Brunno opera o joelho quando há indicação precisa, sempre com as alternativas explicadas antes da decisão. As principais cirurgias que ele realiza:
Nem toda dúvida precisa esperar pela consulta. No perfil, cada vídeo trata de um ponto específico: o que causa a dor, o que dá para tratar sem cirurgia e o que a medicina regenerativa faz de verdade.
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“Você já ouviu falar em BMA?”
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“Para que serve o PRP?”
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“Seu joelho trava do nada?”
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“Lesão de ligamento não é só de atleta.”
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Conteúdo novo toda semana sobre dor articular, medicina regenerativa e o que dá para fazer antes da cirurgia.
Para a página inicial não ficar longa demais, esses temas ficam em páginas próprias. Você abre só o que interessa ao seu caso.
Dor que dura muito tempo não é só dor que não passou. Entenda por que o alarme não desliga e o que muda no tratamento.
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Todo o aparelho locomotor: ombro, coluna, quadril, joelho, cotovelo, punho e mão, tornozelo e pé, além das lesões do esporte. A formação em Ortopedia e Traumatologia cobre osso, articulação, ligamento, tendão e músculo.
Na cirurgia, o Dr. Brunno opera o joelho: com fellowship em cirurgia do joelho, ele trata lesões do menisco e da cartilagem por artroscopia, reconstrói ligamentos, corrige o alinhamento com a osteotomia e faz a prótese de joelho.
Com fellowship em cirurgia do joelho, o Dr. Brunno realiza artroscopia para lesões do menisco e da cartilagem, reconstrução de ligamento, osteotomia para corrigir o alinhamento e artroplastia, a prótese de joelho, indicada nos casos de artrose avançada.
Antes da decisão, as alternativas são explicadas na consulta. Saiba mais sobre cirurgia.
O ortopedista é o médico que cuida do osso, da articulação, do ligamento, do tendão e do músculo. Por isso consegue investigar a dor articular de forma completa e indicar o tratamento de cada estrutura.
É uma das perguntas que o Dr. Brunno mais ouve, e ela merece uma resposta honesta: depende do diagnóstico, do estágio da lesão e da saúde de cada pessoa. Ninguém consegue prometer resultado antes de entender o caso.
O compromisso da consulta é outro: você sair sabendo o que tem, quais são as possibilidades reais e o que esperar de cada uma.
Não. Quando a dor dura muito tempo, o sistema que transmite e interpreta a dor pode ficar mais sensível, e ela deixa de ser proporcional ao que aparece no exame. Isso tem nome e tem explicação.
Nesses casos, o tratamento olha além do tecido: movimento na dose certa, sono, força e controle do que inflama o organismo.
Alguns sinais mudam a pressa: dor que acorda à noite, dor em repouso que não alivia, formigamento ou perda de força, febre ou perda de peso junto com a dor, e dor que muda o seu jeito de andar ou de dormir.
Articulação quente, vermelha e muito inchada, ou dor forte depois de uma queda com dificuldade de apoiar o peso, pedem atendimento no mesmo dia.
É um conjunto de recursos que busca estimular os processos de reparo do próprio organismo, como os ortobiológicos: o PRP, preparado a partir do sangue do paciente, e o BMA, o aspirado de medula óssea. Pode ser uma opção em quadros de desgaste articular e em lesões de tendão.
A indicação depende do diagnóstico, do estágio da lesão e da saúde geral de cada pessoa. Isso é definido na consulta.
Não vicia. Existem métodos variados, com indicações e intervalos diferentes, e a escolha depende de cada caso.
Porque a imagem mostra o trajeto da agulha em tempo real. Isso ajuda o medicamento a chegar exatamente à estrutura que precisa ser tratada, com mais precisão do que a aplicação feita sem imagem.
Não. A prótese é uma etapa, indicada em casos avançados e com critérios definidos. Antes dela existe um caminho longo de tratamento, que pode incluir exercício orientado, infiltração e medicina regenerativa, conforme o caso.
Não. Muitos casos respondem bem a reabilitação, controle de carga, infiltração e medicina regenerativa. A cirurgia entra quando é realmente necessária, e a decisão é tomada junto com você, com as alternativas explicadas.
Pode, e é um direito seu. A consulta revisa os exames, o exame físico e a indicação, para que você entenda se a cirurgia é o melhor caminho para o seu caso e quais são as outras possibilidades.
Se você tiver, sim, inclusive os antigos. Raio-X, ressonância, tomografia e ultrassom ajudam a entender a evolução do quadro. Se ainda não tiver nenhum, os exames necessários são pedidos na própria consulta.
A recepção informa os horários disponíveis, os valores e as formas de pagamento pelo WhatsApp, de segunda a sexta, das 8h às 17h, junto com as orientações sobre o que levar.
No Edifício MQ (Marílio Queiroz), sala 609, na Rua Professor Telmo de Souza Torres, 255, Praia da Costa, Vila Velha/ES. É a rua do Hospital Praia da Costa.
Agendamentos, valores e dúvidas pelo WhatsApp, de segunda a sexta, das 8h às 17h.
📍 Na rua do Hospital Praia da Costa
Poucos toques. No final, a mensagem para a recepção já sai pronta no seu WhatsApp.
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